sexta-feira, fevereiro 28, 2014

Sebrae mapeia melhores oportunidades para a Copa 2014



Empreendedores interessados em lucrar com as oportunidades de negócio que a Copa 2014 vai gerar no mercado brasileiro já podem saber com mais clareza aonde investir. Isto porque o Sebrae divulgou ontem o Mapa de Oportunidades para as Micro e Pequenas Empresas nas Cidades-Sede, um estudo que levantou as melhores oportunidades de investimento para micro e pequenas empresas nas 12 cidades brasileiras que irão sediar um dos maiores eventos esportivos do mundo.
Construção civil, tecnologia da informação, turismo e produção ligada ao turismo. De acordo com o levantamento do Sebrae (que é uma das ações previstas no Programa Sebrae na Copa de 2014, que receberá, até 2013, investimentos de R$ 79,3 milhões), esses quatro setores da economia oferecem 448 oportunidades de negócios para as empresas brasileiras.

Sucesso
Segundo o mapeamento do Sebrae, haverá possibilidades de negócios para pequenos empreendimentos antes, durante e após o evento. Agências de viagens emissivas e de receptivo, fornecedores de uniformes, empresas de terraplenagem, restaurantes e outros estabelecimentos de alimentação e bebidas, comércio de reparação e manutenção de equipamentos de comunicação, empresas de Internet e infraestrutura de tecnologia da informação (TI), produção de artesanato, design de produtos e embalagens, fornecedores de material e mobiliário de escritório são alguns exemplos desses negócios.
As 448 oportunidades de negócios foram selecionadas de uma lista de atividades em que a chance de sucesso é maior. Entre esses segmentos estão as compras governamentais e os negócios diretamente com o mercado – que representam a maior parte das oportunidades. Ainda para o primeiro semestre de 2011, está previsto o mapeamento de mais cinco setores: agronegócio, madeira e móveis, têxtil e confecção, comércio varejista e serviços.
Para saber mais sobre as oportunidades certas para você, clique aqui e acesse o estudo completo.

(www.becocomsaida.blog.br)

quinta-feira, junho 06, 2013

Empreendedores fazem muito mais do que o imaginado com muito menos do que parece possível

O campus da universidade de Stanford

Hoje escrevo da Universidade de Stanford. Mais de sete anos depois de ter estado aqui para a pesquisa do meu doutorado, volto como coordenador de um programa de inovação para empreendedores brasileiros.
A universidade continua impecável e de portas abertas!
Um extenso campo florido na entrada com estátuas de Rodin ao ar livre impressionam os visitantes de primeira viagem. O quadrante original continua perfeito e lindo. Muitas construções de pedra do final do Século XIX.
A Universidade de Stanford nasceu de uma tragédia pessoal. Leland Stanford já era um homem rico quando decidiu se estabelecer na Califórnia. Tinha ganhado muito dinheiro com estradas de ferro, mas em uma viagem da família à Itália, seu único filho, na época com 15 anos, adoeceu vindo a falecer.
Como não tinham mais nenhum filho para cuidar, Leland e sua esposa decidiram cuidar dos “jovens” da Califórnia e decidiram fundar uma universidade inspirada nas melhores faculdades do mundo naquele momento na enorme fazenda que tinham na cidade de Palo Alto em 1891. É este símbolo de grandiosidade que encontramos no quadrante original.
Mas não há opulência.  As portas estão abertas para quem visita a universidade, as pessoas são amistosas, e rapidamente você se sente em casa. Não há como não se sentir bem em algo tão belo, bem cuidado e amistoso.
Noto muitos prédios novos. Mas dois chamam mais a minha atenção pelo meu interesse em negócios e engenharia.
O novo prédio da escola de negócios, a  Knight Management Center, é para parar, sentar e apreciar cada detalhe. Do lado esquerdo, um imenso painel composto de quadrados coloridos que mudam de cor com uma certa aleatoriedade. O nome da obra“Monumento à mudança enquanto isto muda” e a abundância de cores que se alternam à sua frente remete a Heráclito, filósofo de Éfeso que destacava que a única constante no mundo é a mudança.
No canto de prédio ao lado, uma mensagem, gravada no pilar que sustenta o prédio diz “Dedicado para as coisas que ainda não aconteceram e para as pessoas que estão prestes a realizá-las”. Na entrada do novo prédio, uma réplica de um tênis com a sola de borracha feita em uma máquina de waffle utilizada para criar o tênis que tornaria a Nike famosa e aí você começa a entender o nome do complexo de prédios.
A Nike só existe porque em 1962, um dos seus alunos de MBA elaborou um trabalho de conclusão de curso sobre um negócio de tênis de corrida na faculdade de negócios de Stanford. Quarenta e quatro anos depois, este mesmo aluno, Phil Knight, voltou para doar US$ 105 milhões de dólares para a construção do prédio mais moderno do mundo entre as escolas de negócio. Mas eu já sabia da construção do prédio, mas ainda assim fiquei surpreso com a beleza do local, das salas de aula e da biblioteca.
Mas não estava sabendo do novo complexo das escolas de engenharia de Stanford. Tivemos aulas no novo complexo Jen-Hsun Huang Engineering Center. Na entrada, gravada no chão, os dizeres de um provérbio chinês: Os professores abrem as portas, mas você deve entrar por si mesmo. Na sala ao lado direito, pintado na parede: “Empreendedores fazem muito mais do que o imaginado com muito menos do que parece possível”. E se olhar para frente se depara com o primeiro servidor do Google, feito com peças de Lego e placas de plástico grudadas com fita adesiva. E se olhar para o lado esquerdo, há uma réplica da garagem onde a HP foi criada. Por sinal, os dois prédios adicionais do complexo se chamam William Hewlett Teaching Center e David Packard Electrical Engineering. A HP tinha nascido em salas de aula há menos de 50 metros de lá em 1939.
Mas ainda estava curioso para saber quem era o Jen-Hsun Huang. Usando o Google, que por sinal tinha sido também fundado há menos de 50 metros de onde estava, no prédio William Gates, sala 380, descobri que Huang nasceu em Taiwan em 1963, um ano depois de Phil Knight ter se graduado em Stanford. Imigrou cedo para os Estados Unidos e com muito esforço, consegui se formar em ciência da computação e depois fez seu mestrado em engenharia elétrica em Stanford. Após o mestrado, co-fundou a Nvidia, um fabricante de processadores que faturou US$ 4 bilhões em 2012. Como agradecimento pelas portas abertas por Stanford, Huang voltou a escola e doou US$ 30 milhões para a construção daquele prédio em estava agora.
Mas o Jen-Hsun Huang Engineering Center tem uma conexão com outro complexo chamado Jerry Yang & Akiko Yamazaki Environment & Energy Building. Em 2007, o casal, que estudou em Stanford, voltou à universidade para doar US$ 75 milhões para a construção do complexo. Yang tinham co-fundado a Yahoo! e agora retornava à sua universidade com o mesmo intuito de Leland Stanford mais de um século depois.
Somadas, as doações de Phil Knight, Jen-Hsun Huang, Jerry Yang e Akiko Yamazaki somam US$ 210 milhões. Mas isto faz pouca diferença. Stanford tem mais de US$ 17 bilhões em caixa originados de doações e royalties de tecnologias geradas na universidades como a utilizada no Google. O que faz mesmo a diferença é que, apesar de tudo, as coisas que ainda não aconteceram e as pessoas estão lá, prestes a realizá-las. Que Stanford abre as portas, mas você deve entrar por si mesmo. E que empreendedores fazem muito mais do que o imaginado com muito menos do que parecia possível. E que nada vai mudar na sua vida se não fizer parte da mudança!

Autor: Marcelo Nakagawa - Insper
Fonte: http://blogs.pme.estadao.com.br/blog-do-empreendedor/empreendedores-fazem-muito-mais-do-que-o-imaginado-com-muito-menos-do-que-parece-possivel/

segunda-feira, março 18, 2013

Uma visão sistêmica da gestão organizancional



A visão sistêmica é a visão do todo, buscando a excelência naquilo que diz respeito à organização

Fonte: http://www.fnq.org.br/informe-se/artigos-e-entrevistas/artigos/uma-visao-sistemica-da-gestao-organizancional

Com mais de 1.100 profissionais e 15 escritórios em todo o território nacional, as empresas Trevisan abrangem quatro tipos diferentes de negócios: Auditoria (a parceria com o quinto maior grupo mundial na área de auditoria torna a BDO Trevisan parte de uma comunidade de 105 países e 25 mil pessoas); Consultoria (a Trevisan Consultores atua nas áreas de consultoria organizacional, estratégica e econômico-financeira); Terceirização (a Trevisan Services possui serviços de contabilidade, administração e gestão de pessoal, entre outros); e Educação (a Escola de Negócios Trevisan atende 800 pessoas anualmente).

Como ter uma visão sistêmica de todas as áreas de negócio e entender as relações de interdependência entre eles, olhando para o ambiente interno e externo? 

Não basta fazer planejamento financeiro, nem fazer planejamento estratégico. Também não adianta somente criar um ritmo organizacional eficaz ou fazer medições competentes. É preciso levar para toda a organização o que significa pessoas e processos que fazem parte dela até clientes e a sociedade propriamente dita –padrões de altíssima qualidade que fazem parte de um modelo de excelência em gestão.

Isso só acontece quando as pessoas envolvidas nos processos têm uma visão sistêmica do negócio. Ou seja, quando conseguem literalmente “ver” a empresa como um todo, em todas as suas partes, interna e externamente, seja qual for seu tamanho ou setor.

Visão Sistêmica é isto: a forma de entender a organização como sendo um sistema integrado inclusive à sociedade. Justamente por ser um sistema integrado, o desempenho de um componente pode afetar não apenas a própria organização, mas todas as suas partes interessadas.

É importante enfatizar que qualquer organização pode seguir e deve adotar na prática este conceito, que integra o primeiro - e o principal - dos 12 fundamentos da excelência disseminado pela Fundação Nacional da Qualidade. São conceitos reconhecidos internacionalmente e se traduzem em práticas encontradas em diversas organizações competitivas no mundo.

Nas empresas Trevisan, com mais de mil clientes de diversos portes e setores, nacionais e multinacionais, uma área corporativa coordena os negócios e ao mesmo tempo presta serviços a todos os negócios.

Para medir as atividades da organização, o trabalho dos colaboradores, sua carreira, o planejamento e todos os outros inúmeros passos do negócio é fundamental definir os processos que o farão funcionar -  tanto no nível financeiro quanto no estratégico e também em relação à especificidade do próprio negócio. Por meio de indicadores, deve-se consolidar na empresa (ou no grupo de empresas) um ritmo organizacional único, a ser replicado em todas as áreas – o que será feito, como será feito, quais são as campanhas, ações etc.

Para se ter uma visão sistêmica da gestão organizacional deve-se levar em conta o Modelo de Excelência da Gestão® que envolve liderança, estratégias e planos, pessoas, processos, clientes e sociedade. Ou seja, ele alinha de forma harmônica e integrada pessoas com processos voltados para a geração de resultados e conhecimento para a organização. Esse modelo também envolve a liderança enquanto negócio ou marca, ou liderança enquanto gestor. Exige que a empresa seja capaz de atender as necessidades de seus clientes, bem como satisfazer as necessidades da sociedade e das comunidades com as quais interage, sempre agindo de forma ética na busca da sustentabilidade social, ambiental e econômica. Hoje, já se sabe que não terá sucesso a organização que não for transparente em todos os públicos e não se preocupar com as questões ambientais.

Toda empresa, de qualquer porte ou setor, pode e deve seguir esse modelo. Basta entender bem de seu negócio, situar-se no mercado onde atua, com quem se relaciona, como se relaciona, de que forma e como mede suas ações e seus resultados. É preciso fazer isso de uma forma sistêmica, com medições constantes e disseminando essas informações a todas as pessoas que fazem a organização funcionar. Todos devem entender o que fazem, como fazem, para que fazem, de um modo integrado e funcional.

Para isso, a organização deve ser ágil e extremamente flexível quando treinada na metodologia da excelência – mas é preciso haver um treinamento contínuo na organização. Ela tem de ser excelente no que faz e ao mesmo tempo aproveitar as oportunidades de mercado.

Na verdade, a gestão do negócio tem que ser simples e como já foi dito serve para qualquer negócio, de qualquer tamanho. É importante questionar o que se deseja em relação à empresa, quais são as bases de conhecimento, as estratégias, a excelência do que já é feito, a excelência da gestão como um todo, a visão disso tudo.

Cabe ainda ressaltar que ninguém sabe tudo, por isso é preciso sempre melhorar os processos, aplicando ferramentas de gestão, certificações, benchmarkings e qualquer outro tipo de aperfeiçoamento nesta ou naquela parte da organização. Não adianta a empresa ser ótima apenas em metodologia, e não conseguir ou não manter clientes. Tem que ser ótima no que faz desde o atendimento ao cliente e as pessoas até nos investimentos em infra-estrutura. Tem que estar sempre no “estado da arte da gestão”, no nível mais alto de desenvolvimento, e isso exige uma sintonia fina de toda a organização, todos os dias.

A visão sistêmica, enfim, é o olhar que permite enxergar de modo claro cada processo e cada negócio. É a visão do todo, buscando a excelência naquilo que diz respeito à organização, tanto no que se refere às coisas tangíveis (produtos, por exemplo) quanto intangíveis (marca, imagem, talentos), contemplando todas as partes interessadas.

sexta-feira, junho 29, 2012

Sonhos e Realizações – os apoiadores




O Sonho que se sonha só, não passa de um sonho.
Um sonho partilhado é meio caminho para sua realização.  
Ah! Mas eu tenho medo que me roubem a ideia. E se eles não acreditarem em minha ideia? E se eles não confiarem em mim? E se quiserem se associar ao meu projeto? E se eles me impedirem de continuar ou colocarem gosto ruim? É muito SE, não concorda?
Veja que ilustração interessante: Um certo sapo que vivia numa grande lagoa, resolveu ir conhecer o mundo. Depois de muito passear, encontrou uma pequena caverna ou buraco na pedra. Achou interessante e resolveu entrar para conhecer aquele ambiente confinado com apenas uma pequena abertura para o mundo livre. Ao pular para dentro,  encontrou um outro sapo, que lá morava. O sapo das cavernas ao ver aquele bicho estranho (para ele), perguntou:
­­– Quem é você e o que faz aqui?
– Ora, um sapo como você, é claro! O sapo da caverna nunca tinha visto outro de sua espécie, e ficou admirado.
O sapo viajante passou a narrar como o mundo lá fora era lindo e encantador: campos verdejantes, rios, estrelas, lagos; fartura e variedades de mosquitos para comer, e maravilhosas e lindas sapinhas para namorar. O sapo da caverna estava de queixo caído, babando de vontade de ver e participar deste mundo tão espetacular.  
O único problema, ressaltou o sapo empreendedor, é o homem! Vez por outra ele nos chuta, e até joga algumas vezes água quente sobre nós.
Nossa! Exclamou o sapo da caverna.
Mas isso só ocorre eventualmente, quando estamos em sua casa ou propriedade. Em contrapartida a grande maioria do tempo temos liberdade!
É... deixa estar, disse o sapo da caverna, aqui onde moro, eu como pouco, um mosquito ou outro que desavisadamente entra neste buraco, não tenho sapinhas para namorar, vejo apenas algumas estrelas quando olho pelo buraco, mas estou seguro.
E então, o que você prefere? Ficar olhando pelo buraco ou partir para a aventura do empreender?
Pense, planeje, faça um pouco, venda um pouco, este é a receita. Persuasão e relacionamento comportamentos a serem adotados, neste caminhar.
Pais, mães, avós, cunhados, amigos, amores, todos são bem vindos. Envolva-os com seu entusiasmo e projeto. Demonstre confiança no sucesso do empreendimento. Apresente seu plano por partes. Faça mais um pouco, venda mais um pouco.
Aceite criticas, analise-as, mas não perca seu alvo de vista. Imagine-se fazendo parte deste novo futuro. Busque mais informações, avalie possíveis concorrentes, apoiadores, consumidores e dificultadores. Converse com eles e descubra a forma como podem ser seus parceiros.
Não procrastine! Nada de deixar para amanhã, para quando fizer sol, ter dinheiro, entrar de férias ou aposentar-se. O tempo que se chama hoje, começou ontem! Saia da caverna, aceite convites, faça parcerias. Ninguém está só quando tem irmãos, amigos ou companheiros, na caminhada.

Valdolirio Soares, Consultor Organizacional, Palestrante e Educador.
Sócio Executivo da ATOS Assessoria e Treinamento Ltda.- 
Email- valdolirio@gmail.com
www.atoseduca.com.br

segunda-feira, junho 25, 2012

Colaboradores do Compra Premiada participam de palestra oferecida pelo Sebrae


Reportagem: Marcos Eugênio - Patos/PB

Um auditório lotado, todos muito atentos para receber e trocar conhecimentos sobre vendas. Detectar erros graves na abordagem ao cliente, como fazer diferente para ampliar as vendas. Este foi o cenário da palestra “Motivação e sucesso em vendas”, oferecida na noite de ontem (sexta-feira 25) pelo Sebrae Patos a empresários e seus colaboradores envolvidos na campanha Compra Premiada, que acontece em Patos, numa realização da Associação Comercial, CDL e outros parceiros, a exemplo do Sebrae.

Na abertura falaram Maria de Fátima Oliveira, analista do Sebrae, José de Sales Martiins (Diniz), presidente da Associação Comercial de Patos e Aldo Nunes, gerente regional do Sebrae. Diniz enfatizou a importância da palestra no incremento às vendas do Compra Premiada e da parceira que envolve o Sebrae e outras empresas. Aldo frisou o diferencial que faz os colaboradores na empresa, quando estes estão motivados. Maria de Fátima disse que novas palestras irão acontecer, até por que o Sebrae possui um projeto para ampliação de vendas no comércio de Patos, que passa necessariamente pela qualificação de empresários e seus colaboradores.

A palestra ficou sob responsabilidade do consultor do Sebrae, Valdolírio Junior, que usou uma linguagem simples para tratar de um evento dentro da economia de suma importância, aliás sem ela não há circulação de bens, geração de renda e emprego, riqueza: as vendas. A exposição do consultor foi uma capacitação que despertou no público nuances importantes a ser postas em prática no dia a dia, como atenção ao cliente. Uma pesquisa apresentada mostrou que 68% da clientela que se afasta se deve à insatisfação com o pessoal de atendimento, pela má qualidade do serviço prestado.
“Ter atitude faz enorme diferença”, disse Valdolírio para os colaboradores presentes. Para ele a postura, a criatividade e a emoção são ferramentas cruciais para o sucesso de vendas. Comentou que todos devem estar atentos às mudanças de mercado, de comportamento do público consumidor e utilizar isso a ser favor para ampliar as vendas.
Fotos:Marcos Eugênio
O Sebrae já programou mais uma palestra para a primeira semana de junho. Tirar proveito no mês junino, quando a cidade recebe um público maior de consumidores em decorrência dos festejos juninos, é uma boa dica para o aquecimento das vendas.  
Postado por Marcos Eugênio
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