quarta-feira, abril 06, 2011

Momento é propício para novos negócios

Paraná_Inaug


Na opinião de três dos mais bem-sucedidos empresários paranaenses, o estado voltou a ser atraente

Uma empresa pode ser tão grande quanto os sonhos de seu fundador, e o momento vivido pelo Paraná é propício para novas iniciativas. Essa foi a mensagem que transmitiram três dos mais bem-sucedidos empresários paranaenses em encontro em Curitiba, na semana passada. Miguel Krigsner, fundador do Grupo Boticário; Wilson de Lara, membro do conselho administrativo da ALL; e Wolney Betiol, cofundador da Bematech, comentaram suas trajetórias profissionais durante o bate-bapo “De Empreendedor para Empreendedor”. O evento foi promovido pela Endeador, ONG de apoio ao empreendedorismo, para marcar o início das atividades da organização no Paraná.
Para Krigsner, o Paraná passa por um momento especial para o surgimento de novos negócios. “Infelizmente, durante algum tempo, nós fomos afugentando qualquer empresário que quisesse se instalar no estado. De repente as oportunidades voltam a acontecer, e o Paraná tem grandes chances, pela qualidade de sua mão de obra, pela qualidade de sua gente extremamente trabalhadora, e acredito que grandes empresas poderão surgir”, disse. De Lara complementou destacando o perfil empreendedor do estado: “Nós temos

segunda-feira, abril 04, 2011

Falando de equipe e comprometimento


Por Reinaldo Miguel Messias

 A busca por maior competitividade nos negócios, que viabilize melhores resultados econômicos e financeiros, acaba sempre se deparando com os processos de aumento de produtividade nas operações e na necessidade de parceiros internos criativos, adequadamente treinados e comprometidos com a empresa.

Quando se fala de equipes criativas e de alto desempenho, muitas vezes deixa-se de abordar as questões fundamentais que tornam isso possível. Como dizia Geraldo Vandré em “Disparada”, “Gente é diferente!”. Vem, então, o maior de todos os problemas da Gestão de Competências: Como harmonizar e transformar um grupo de pessoas competentes e criativas em uma equipe vencedora? Será que apenas altos salários,benefícios, incentivos, agregam valores e permitem condições adequadas de desempenho? Acho que não. Valores intrínsecos de caráter e personalidade são fatores a serem tratados e harmonizados em prol da consecução de objetivos coletivos! Vou propor aqui uma breve reflexão sobre desafios, que considero indispensável, a serem vencidos para obtenção de um ambiente de trabalho criativo, motivador e de valores individuais alinhados para o trabalho em equipe de alto desempenho.

1 - Harmonizar Propósitos - Quando “juntamos” pessoas e as colocamos num processo produtivo, nem sempre estão claros objetivos e expectativas que justifiquem a permanência de cada um em sua atividade. Trabalho: algo construtivo, edificante, desafiador; Emprego: algo entediante, rotineiro, morno, apenas pelo dinheiro. O primeiro grande desafio é criar nas pessoas o entusiasmo pelo Trabalho e não pela manutenção do Emprego

Conheça os limites seus e do seu negócio




Vamos trocar um pouco de conhecimento.

Nós precisamos reconhecer e aceitar os limites impostos pelo ambiente, pelo nosso corpo e pelo nosso bolso, com isto, o processo de adquirir o conhecimento necessário e evoluir, poderá ser mais facilmente conquistado.

Em uma empresa, estes limites também existem e precisam ser respeitados, para que a empresa alcance o ideal nível de competitividade no mercado.

Se fizermos uma analogia, entre a prática do montanhismo e a gestão empresarial, podemos compreender melhor a importância em estabelecer limites para a sua empresa e também para nós mesmos.

Para escalar uma montanha o que é necessário?


  • Ter informações e conhecimento sobre a prática do montanhismo.
  • Reconhecer os limites deste conhecimento e do seu uso na prática.
  • Ter o treinamento necessário para a realização do esporte.
  • Reconhecer o limite do seu nível de conhecimento sobre as técnicas do esporte.
  • Dicas de pessoas experientes.
  • Saber a quem solicitar mais informações e onde adquirir conhecimento específico e prático sobre as mais diversas situações inerentes à prática do montanhismo.
  • Conhecer o melhor caminho para chegar até a montanha.
  • Aprender a realizar um planejamento de ações para atingir os objetivos desejados.
  • Conhecer a montanha, a face (lado) mais propícia para a escalada e ao nível de conhecimento e capacidade técnica do praticante.
  • Reconhecer o ambiente de forma geral e os caminhos mais interessantes para que os objetivos sejam atingidos, com o menor risco possível.
  • Saber utilizar os equipamentos e acessórios.
  • Obter o conhecimento e o treinamento prático do montanhismo.
  • Ter disponíveis os equipamentos e acessórios necessários à escalada.
  • Estar sempre atualizado em relação às técnicas de escalada e aos procedimentos de segurança pessoal e do grupo envolvido no planejamento.
  • Estar com o preparo físico adequado.
  • Reconhecer o seu condicionamento físico.
  • Ter acesso as informações do clima.
  • Aprender a utilizar todas as informações que cooperem para o sucesso da prática do montanhismo.
  • Quando o montanhista está a uma altura de 300 metros do chão, para chegar lá e prosseguir, é indispensável à utilização de corda, mosquetões, estacas, fitas de auto, freio, magnésio, capacete, cordelete, e outros acessórios, e principalmente saber usá-los.

Assim, a chance de atingir o cume da montanha, e descer com segurança será muito grande, caso contrário, tudo pode acontecer, até mesmo a morte do praticante sem nenhum preparo.

O empresário, ou o montanhista, a conquista do mercado, ou da montanha, respectivamente, precisa ter os mesmos cuidados, afinal jamais uma pedra irá se soltar apenas para prejudicar o esportista, assim como o mercado também não agride o gestor do negócio, aquele que sentir isto, certamente não está preparado para conviver no meio empresarial.

Fonte [Mundo Sebrae]

domingo, abril 03, 2011

Despesas pessoais versus empresa


Empresa e sócio são pessoas distintas. Parece simples, mas, na prática, os empresários normalmente misturam todos os movimentos. Habitualmente pagam despesas particulares com recursos da empresa ou vice-versa.

O uso de recursos da empresa para pagamento de despesas pessoais acarreta a chamada “confusão patrimonial”, ou seja, o patrimônio da empresa se confunde (se mistura) com o patrimônio dos sócios.

Em questões judiciais,havendo confusão patrimonial, pode o juiz decidir que bens particulares dos administradores ou sócios da empresa sejam utilizados para quitar dívidas da pessoa jurídica (art.50 do Código Civil Brasileiro).

A orientação é que os sócios administradores (aqueles qeu trabalham na empresa) tenham um valor definido de pró-labore (nome dado ao salário do sócio) e que, com este pró-labore, o sócio pague suas próprias despesas, totalmente separado do movimento da empresa. Havendo lucro, a empresa poderá distribuí-los aos sócios, porém, de forma documentada.

A mesma orientação se aplica à movimentação bancária. Contas bancárias da empresa só podem ser utilizadas para pagamento das despesas da empresa.

Conteúdo reproduzido do Beco com saída – Sebrae

sexta-feira, abril 01, 2011

Empregado ou Empresário?

A figura do empreendedor tem mudado: criar uma empresa já não é mais visto como a única opção para quem não gosta de estudar.

O termo empreendedorismo possui uma séria de distintos significados. Geralmente é empregado para designar o ato de iniciar e conduzir um negócio próprio, mas também é aplicado para a atitude de pessoas que promovem mudanças significativas em contextos específicos, de negócio ou não.

Hoje existem designações sobre empreendedorismo para donas de casa, crianças e empregados, e esses termos têm em comum características como inovação, receptividade a riscos, geração de valor, liderança, autonomia, persistência, pró-atividade e iniciativa. Ao restringir o tema para a criação de novos negócios, podemos entender que empreender é um grande desafio, mas também é uma excelente perspectiva de futuro, diante do mundo de oportunidades que se abrem todos os dias e são acessíveis a qualquer um.

Todos os dias vemos novos negócios pipocando pela País. Pesquisa realizada pela empresa de pesquisas Global Entrepreneurship Monitor com 43 países mostra o Brasil na 13ª colocação entre os países mais empreendedores do mundo, com a taxa de 12,02, ou seja, de cada 100 brasileiros, 12 realizam uma atividade empreendedora.

Por outro lado, todos os dias vemos empresas fechando. Essa é a dura realidade. Para cada 100 novas companhias abertas, 27 não chegam a completar sequer o seu primeiro ano de vida, segudo estudo do Sebrae-SP. Essa alta taxa de mortalidade se deve à má preparação dos tais “empreendedores”. A maioria até tem boas ideias, mas não sabe estruturá-las na forma de um plano abrangente, real e eficaz. Outros são bons geradores de ideias, mas péssimos administradores. Há ainda os que têm tudo para conduzir um bom negócio, mas carecem dos recursos financeiros para tal empreitada.

As dificuldades de empreender
Somente quem se aventura a iniciar um negócio próprio tem ideia das dificuldades que surgem no caminho. Problemas com empregados, conflitos com sócios, más decisões de investimento com base em poucas
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